Instituto de Neurolinguística Aplicada

Instituto de Neurolinguística Aplicada

thumbnail Como a PNL pode nos ajudar nos estudos ?
Aug 1st 2012, 18:48






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Jul 10th 2012, 20:28

Escola de Palestrantes


Amanhã (11) às 19:30, vai acontecer na sede do INAp, a palestra gratuita "Escola  de Palestrantes: Como melhorar a comunicação e desenvolver presença e carisma". Ministrando a palestra, os ouvintes contarão com a presença do Dr. Jairo Mancilha.
Dr. Jairo em suas palestras, mostra através do próprio exemplo como um estado de presença e energia positivas fazem a diferença na transmissão da mensagem. Ele elucida também como se sentir mais confortável e seguro para falar em público, além de mostrar a importância de uma linguagem adequada, o foco no público e como crenças positivas modificam a forma de agir do palestrante.
"Existem 10 mandamentos para uma comunicação eficaz, dentre eles, a preparação para falar do assunto, a presença e atenção, a simpatia e o uso do corpo e da voz como instrumento para uma palestra eficaz", elucida Dr. Jairo.  
Essa, assim como outras palestras gratuitas do INAp, vem oferecendo uma demonstração do que é PNL (Programação Neurolinguísica) e como suas técnicas podem ser aplicadas em vários  os setores da vida.


thumbnail Matéria sobre o INAp no jornal O Globo
Jul 6th 2012, 20:36


thumbnail Matéria Sobre O Perdão na Revista Ana Maria Braga com Dr. Jairo Mancilha
Jun 26th 2012, 22:08

thumbnail Leia aqui a Matéria sobre o INAp no jornal O FLUMINENSE
Jun 26th 2012, 21:18


Clique na imagem para ler a matéria!

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Jun 26th 2012, 20:56


Quando é hora de arriscar?


Para almejar mudanças na carreira, é necessário que o profissional saiba exatamente onde quer chegar e, para isso, ele deve ter um propósito bem definido.

O esgotamento funcional acontece quando a pessoa percebe que a execução de seu trabalho não está mais compatível com suas expectativas. Neste momento é importante avaliar se o lugar em que está permite que seu potencial seja melhor utilizado, e só então deve-se pensar em possíveis mudanças.

Para assumir um novo desafio o profissional preparar e promover suas  habilidades, estudando o próprio desenvolvimento. Após isso, ele deve saber quais as competências que deverão ser melhoradas para que consiga executar um novo trabalho. Se for lidar com pessoas, por exemplo, deverá desenvolver sua liderança e, se for exposto a uma nova tecnologia, deve estar aberto a aprender como lidar com ela.

Segundo Lucas Rezende, especialista em programação neurolinguística do INAp (Instituto de Neurolinguística Aplicada), o profissional precisa se sentir bem com isso. As expectativas devem estar alinhadas: "ele deve saber como poderá desenvolver as competências necessárias para o novo cargo e se a empresa irá apostar nisso". Para que a transição da carreira seja feita corretamente é necessário o indivíduo traçar metas de curto, médio e longo prazos dentro da empresa, usando critérios com foco no desenvolvimento pessoal e enriquecendo sua descrição de cargos.

Quando o profissional sente que falta alguma habilidade para ser desenvolvida é fundamental ser autêntico e dialogar, assumir a responsabilidade e informar para o gestor exatamente o que falta, pois isto abrirá portas para uma decisão em conjunto. Estas atitudes são extremamente positivas e contribuem tanto para o crescimento do profissional, quanto para a empresa, que poderá contar com um colaborador melhor preparado.

O momento de mudar
Sentindo-se pronto para o novo desafio, e isso implica autoavaliar-se cuidadosamente, o profissional deve solicitar uma conversa com o líder para evitar fofocas e possíveis desentendimentos, além de explanar os feitos executados e quais serão os ganhos para todos com o incentivo da promoção.

O processo de promoção levará em consideração algumas constantes, por exemplo, em uma equipe de vendas é válido avaliar se a empresa perderá o seu melhor vendedor para ganhar um gerente de vendas não tão bom assim, já que as habilidades são diferentes. Também é necessário a empresa realizar feedbacks, com foco em competências, seguido de um mapeamento de habilidades e pontos a desenvolver, para evitar frustrações futuras para ambos.

Caso seja possível realizar esta transição, a organização deve pensar em como preparar adequadamente este profissional. Para Irene Azevedo, professora de liderança na BBS ( Brazilian Business School), sempre há gaps a serem preenchidos, mas, o importante é acompanhar e facilitar este processo. "Nestes casos um trabalho de coach para prepará-lo pode ser uma boa opção, pois desta forma ele estará capacitado a ter um melhor desempenho, diminuindo o impacto que toda promoção tem".

Caso o profissional sinta dificuldade de adaptação ao novo cargo é importante entender que alguns ajustes podem levar mais tempo e serem mais desafiadores e, além disso, focar nos ganhos a médio prazo até que tenha o práxis. Para o CEO da Albenture, Dr. Alberto Garcia Francos, tudo dependerá da raiz do problema, "se a dificuldade pode ser sanada, é importante dar o apoio para se adquirir as novas habilidades".

Veja a matéria completa em: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/quando-e-hora-de-arriscar

thumbnail Dicas para encontrar um par!
Jun 26th 2012, 20:40

Vai passar o dia 12 sozinho? Veja algumas dicas para encontrar um par.

SÃO PAULO - Na próxima terça-feira (12) é comemorado o Dia dos Namorados, data em que muitos casais apaixonados trocam presentes, mas quem está sozinho? Como fazer para encontrar um par?

Eventos, promoções e até cursos, podem ajudar quem está sozinho a não passar mais o Dia dos Namorados sem companhia.

Sozinho nunca mais
Pra quem já quer começar a namorar no dia 12, o Speed Dating Brasil promove um evento na terça para pessoas solteiras.

Timidez
Já os mais tímidos podem recorrer a um curso básico de neurolinguística. Para participar, em primeiro é necessário ter paciência, afinal, o curso dura quatro meses.

Ministrado pelo INAp (Instituto de Neurolinguística Aplicada), o curso custa R$ 1.400, que podem ser parcelados em quatro vezes.

Se não dá para esperar, veja algumas dicas do INAp e boa paquera:

1. O corpo fala: o estilo de se vestir, bem como o tom de voz e a postura corporal confiante devem ser muito bem valorizados. "Uma imagem vale mais do que mil palavras. As atitudes e comportamentos terão muito mais impacto do que a cantada", destaca a vice-diretora do INAp, Maíra Larangeira.

2. Olhos nos olhos: nunca aborde uma pessoa por trás para começar a conversa, pois por instinto, essa atitude gera uma reação negativa, de luta ou de fuga, e as chances de você receber uma resposta positiva já diminuem no início. "Antes de se aproximar, estabeleça um contato visual. Troque olhares, sorria. Mostre que você é agradável e que está interessado na pessoa. Busque agir com naturalidade", explica o diretor do INAp, Jairo Mancilha.

3. Empatia gera sintonia: se você quer ser visto como igual, procure criar algo em comum para se tornar interessante para o pretendente. "Faça ao outro o que ele deseja. Quando você concorda, a outra pessoa sente que está sendo entendida", aconselha Maíra.

4. Fale menos e escute mais: deixe a pessoa falar mais do que você. É importante desenvolver a habilidade de entrar no mundo da outra pessoa e fazê-la sentir que vocês possuem assuntos em comum. "Isso gera vínculo, sintonia. Os semelhantes se atraem. Esqueça a velha ideia de que os opostos se atraem, que só vale para a Física", explica Mancilha.

Informações e Inscrições: (21) 2551-1032 ou inap@pnl.med.br


thumbnail Sugestões de Eventos do RH.COM.BR
Jun 26th 2012, 20:22


SETEMBRO

Curso Meta-Coaching com Michael Hall
Data: 15 a 22 de setembro de 2012, das 9h às 21h (intensivo).
Local: Centro Marista São José das Paineiras, Mendes – Rio de Janeiro, RJ.
Melhorar o desenvolvimento e domínio pessoal, aumentar o desempenho de equipes, ajudar pessoas a transformarem sua carreira e obter sucesso nos negócios são algumas das competências que serão desenvolvidas no curso Meta-Coaching (Coaching Mastery). Trata-se de uma metodologia que ultrapassa a abordagem tradicional do coaching focado na performance, mas que leva a níveis mais elevados de desenvolvimento e transformação. "Meta" significa um nível acima. O ministrante do curso é o americano Michael Hall, doutor em Psicologia Cognitivo-Comportamental, autor de mais de 45 livros, criador da Neurossemântica e do Meta-Coaching.Esse curso de formação avançada é ideal para quem pretende se profissionalizar na área e para aqueles comprometidos com o desenvolvimento pessoal e autodomínio. São 80 horas de treinamento específico e intenso. O participante ficará apto a atuar em quatro modalidades: coaching executivo, coaching de grupo, coaching de vida e autocoaching. O certificado de Meta-Coaching é internacionalmente reconhecido pela Meta-Coaching Foundation, uma organização com bases nos Estados Unidos, Austrália e Europa. Vale ressaltar que o curso é organizado pelo Instituto de Neurolinguística Aplicada (INap).

Mais informações e inscrições: (21) 2551-1032 ou envie e-mail para inap@pnl.med.br. 
Acesse também o site www.pnl.med.br




thumbnail Coaching no nível de identidade
Jun 12th 2012, 23:43



Robert Dilts e Deborah Bacon

A raça humana está claramente num período muito desafiador. Problemas como terrorismo e o aquecimento global mostram que estamos nos tornando, cada vez mais, desconectados de nós mesmos, dos outros e do mundo a nossa volta. Nós entramos num tal estado de desconexão coletivo que isso ocasionou uma crise que está acordando as pessoas. As pessoas estão ficando cada vez mais maduras para a mudança e a transformação. Um número cada vez maior de pessoas está se perguntando o que realmente importa na vida e reavaliando a direção da sua vida. Esse despertar conduziu para uma necessidade crescente para o coaching no nível de identidade.

Todos os processos de coaching foram organizados em torno do movimento do estado atual para o estado desejado. No caso do coaching no nível de identidade, o estado desejado é estar profundamente conectado com nós mesmos e viver centrados, presentes e plenamente. Essas qualidades indispensáveis que nós descobrimos são a "diferença que faz a diferença" quando modelamos pessoas bem-sucedidas e criativas. Como disse a famosa dançarina Martha Graham:

Existe uma força vital, uma força viva, uma aceleração [da energia] que transforma você em ação, e como só existe um como você, essa expressão é única. Se você a bloquear, ela não existirá através de outro meio e será perdida. O mundo não a terá. Não é você que irá determinar quão benéfica ela é; nem como ela se compara com outras expressões. O que você deve fazer é conservar o canal aberto.

Segundo essa perspectiva, a evolução, a transformação e a satisfação na vida vem através da "manutenção do canal aberto."

O nosso objetivo mais profundo no nível de identidade é responder, continuamente, a pergunta "Quem sou eu?" Nós respondemos essa pergunta, em qualquer momento, pelo modo como reagimos na vida. Quando estamos centrados, presentes no nosso corpo e conectados com nós mesmos e com o mundo a nossa volta, nós ficamos naturalmente em contato com o significado e o propósito da nossa vida.

O principal dilema em nossas vidas, que trabalha contra a nossa auto-evolução e satisfação natural, é que nós nos desconectamos de nós mesmos a fim de nos proteger. Por causa disso, nós perdemos contacto com as nossas necessidades verdadeiras e nos refugiamos em atividades e comportamentos que nos mantém desconectados. Nós nos tornamos reativos ou retraídos e começamos a "fechar o nosso canal." Nós nos afastamos daquilo que temos medo em vez de ficar em contato com aquilo que queremos fazer e ser na vida. Isso conduz a várias dinâmicas que nos induzem a "fechar o nosso canal" e a viver com menos do que a nossa plenitude. Essas dinâmicas, que muitas vezes são inconscientes, incluem:

Agarrar-se a um "self idealizado" (o que achamos que devemos ser para sermos amados e ganhar aprovação).
Identificação com pensamentos, crenças e histórias que limitam a expressão da nossa verdadeira identidade.
Falta de conhecimento de como se relacionar com sentimentos difíceis (frustração, medo, raiva, incerteza, etc.) que aparecem como reação natural na vida.
O propósito fundamental do coaching no nível de identidade é ajudar as pessoas a reconhecerem quando o seu "canal está aberto," quando está "fechado" e o que elas podem fazer para abri-lo de novo. Isso implica em aprender a reconhecer as maneiras como nos desconectamos de nós mesmos e descobrir o que nos permite a volta para "casa." Um resultado importante do coaching no nível de identidade é capacitar a pessoa a expandir e aprofundar a sua compreensão de quem ela é e a reagir às oportunidades e aos desafios apresentados pela vida num local com crescente presença, pleno de recursos e autêntico – mesmo durante as horas de crises e de desafios. A partir da perspectiva do coaching de identidade, é importante para nós enxergarmos as nossas vidas como a 'jornada do herói' e perceber o chamado para a ação presente nos eventos e nos desafios que encaramos. De fato, muitas vezes, é através das crises na nossa vida que nós adquirimos uma maior plenitude e que somos capazes de descobrir as nossas expressões únicas na vida.

Num nível mais profundo, os seres humanos compartilham os mesmos medos fundamentais como o medo do sofrimento ou da dor, o medo do abandono ou da asfixia, o medo da não existência, etc. A maneira como estes medos são representados podem variar de uma cultura para outra e alterar a sua importância dependendo das circunstâncias da vida. Porém a nossa reação ao medo, geralmente, é nos desconectar da nossa vulnerabilidade e viver das estratégias de sobrevivência que nos separam da nossa rica vida interior e do fértil solo da nossa existência.

O processo do coaching no nível de identidade ajuda as pessoas a identificar esses medos básicos na forma do que pode ser chamado de "demônios" ou de "assombrações" – sentimentos e partes de nós mesmos das quais ficamos desconectados e que não queremos enfrentar. O processo, neste caso, auxilia as pessoas a descobrirem os recursos necessários para mudarem a sua relação com esses medos, a reabrirem o "canal" e a viverem com conexão, fé e confiança mais profundas.

Desafios de identidade aparecem, freqüentemente, durante os momentos de transição. Já foi mencionado que as coisas estão sempre mudando mas não necessariamente progredindo. Embora não possamos nem prevenir nem controlar a transição e a transformação na nossa vida, podemos aprender a acompanhar esses movimentos naturais e a participar deles mais conscientemente, em vez de sermos carregados inconscientemente pelo rio das mudanças. Um dos objetivos do coaching no nível de identidade é ajudar as pessoas a incorporar habilidades e princípios práticos com os quais possa administrar as transições da vida com um bem-estar maior, mais disposição e desenvoltura.

Quando estamos centrados em quem somos na verdade, nós vivemos intimamente conectados a nós mesmos e aos outros. Reencontrar e sustentar essa conexão é o elemento essencial para a cura do nosso mundo. É dessa maneira que o coaching no nível de identidade contribui para transformar a nossa realidade coletiva.

O artigo original está disponível no site de Robert Dilts Coaching at the Identity Level

Saiba mais sobre o nosso curso de Coaching Financeiro clicando no link abaixo
http://www.pnl.med.br/curso_coachingfinanceirojun.htm

thumbnail AGENDA DE CURSOS EM JUNHO
Jun 1st 2012, 21:09



PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA APLICADA À SAÚDE E À QUALIDADE DE VIDA
Com Dr. Jairo Mancilha e Lucas Rezende
Data: 02 e 03 de junho de 2012 (sábado e domingo)
Horário: 9:00 às 18:00
Local: INAp - Praia do Flamengo 278 / 2º andar - Rio de Janeiro
http://www.pnl.med.br/curso_saude_2012_1.htm

DESENVOLVENDO AS COMPETÊNCIAS PESSOAIS ESSENCIAIS
Com Milton Menezes
Data: 02 e 03 de junho de 2012 (sábado e domingo)
Horário: 9:00 às 18:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278/2º andar (Rio de Janeiro)
http://www.pnl.med.br/curso_descomppessoais_2012.htm

ESTRATÉGIAS DE APROVAÇÃO PARA PROVAS E CONCURSO PÚBLICO
Com Victor Ribeiro
Data: 08 a 10 de junho de 2012 (sexta a domingo)
Horário: sexta de 18:45 às 22:00 / sábado e domingo de 9:00 às 19:00
Local: INAp – Praia do Flamengo, 278 / 2º andar – Rio de Janeiro
http://www.pnl.med.br/curso_tecconcursos_2012.htm

INTELIGÊNCIA FINANCEIRA
Com Roberto Navarro
Data: 09 e 10 de junho de 2012 (sábado e domingo)
Horário: 9:00 às 18:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - Rio de Janeiro
http://www.pnl.med.br/curso_inteligenciafinanceirajun.htm

MARKETING COACHING
Com Roberto Navarro
Data: 16 e 17 de junho de 2012 (sábado e domingo)
Horário: 9:00 às 18:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - Rio de Janeiro
http://www.pnl.med.br/curso_marketingcoaching_jun.htm

COMO TORNAR-SE UM PALESTRANTE DE SUCESSO
Com Dr. Jairo Mancilha
Data: 16 e 17 de junho de 2012
Horário: 09:00 às 18:00
Local: Sede do INAp - Praia do Flamengo 278 / 2º andar - Rio de Janeiro
http://www.pnl.med.br/curso_palestrante_de_sucesso_2012-1.htm

COACHING FINANCEIRO
Com Roberto Navarro
Data: 29 de junho a 1º de julho de 2012 (sexta a domingo)
Horário: 9:00 às 18:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - Rio de Janeiro
http://www.pnl.med.br/curso_coachingfinanceirojun.htm

TERAPIA DA LINHA DO TEMPO®
Com George Vittorio Szenészi
Data:1º módulo: 28 de junho a 1º julho de 2012 (quinta-feira a domingo)
2º módulo: 27 a 30 de setembro de 2012 (quinta-feira a domingo)
3º módulo: 6 a 9 de dezembro de 2012 (quinta-feira a domingo)
Horários: Quintas e sextas-feiras: 14:00h às 21:00h. Sábados e domingos: 9:00h às 18:00h.
Local: INAp – Praia do Flamengo, 278 / 2º andar (Rio de Janeiro)
http://www.pnl.med.br/curso_tlt_2012-1.htm

EFT: TÉCNICA DE LIBERTAÇÃO EMOCIONAL - Básico
Com Enéas Guerriero
Data: 23 de junho de 2012 (sábado)
Horário: 09:00 às 17:00
Local: INAp – Praia do Flamengo, 278 / 2º andar – Rio de Janeiro
http://www.pnl.med.br/curso_eft_junho_2012-1.htm

EFT: TÉCNICA DE LIBERTAÇÃO EMOCIONAL - Avançado
Com Enéas Guerriero
Data: 24 de junho de 2012 (domingo)
Horário: 09:00 às 13:00
Local: INAp – Praia do Flamengo, 278 / 2º andar – Rio de Janeiro
http://www.pnl.med.br/curso_eftavancado_2012.htm

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May 30th 2012, 22:41


Tema: "Dicas de PNL para conquistar um namorado!"

thumbnail PALESTRAS GRATUITAS EM JUNHO
May 30th 2012, 00:53



Neurolinguística (PNL) como Ferramenta de Aprovação em Concursos Públicos
Com Victor Ribeiro
Data: 01 de junho de 2012 (sexta-feira)
Horário: 19:30 às 21:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - RJ

Sincronicidade e Ciclos de Vida
Com José Maria Gomes Neto
Data: 06 de junho de 2012 (quarta-feira)
Horário: 19:30 às 21:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - RJ

Coaching Financeiro e Inteligência Financeira
Com Roberto Navarro
Data: 08 de junho de 2012 (sexta-feira)
Horário: 19:30 às 21:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - RJ

Haverá sorteio de livros e de bolsas nos cursos do INAp!

thumbnail Dicas de PNL para conquistar um namorado!
May 28th 2012, 22:54


Aviso especial para todos os apaixonados de plantão!
No próximo dia 30 de maio, Dr. Jairo Mancilha dará uma entrevista para a Rádio Nacional AM 1.130 kHz ás 16:40. Nessa entrevista você vai ficar sabendo como podemos utilizar as técnicas da PNL para conquistar um namorado ou namorada.

Para assistir a transmissão ao vivo é só clicar no link abaixo no horário da entrevista.

thumbnail Coaching - Um enorme passo para o futuro
May 22nd 2012, 23:18



Vocês devem se perguntar: por que algumas pessoas conseguem obter sucesso em sua vida pessoal, profissional, em seus negócios e para você parece que as coisas não acontecem? Muitos de nós dizemos que é por questão de sorte. E pensamos será que a resposta é esta?

Obter sucesso na vida, ser bem-sucedido significa ser feliz, viver em harmonia em todos os âmbitos de sua vida, para alguns tendo muitos recursos financeiros, tornando-se milionários, para outros vivendo com o suficiente para seu bem-estar.

A felicidade tem definições diferenciadas para as pessoas, mas podemos dizer que somos felizes quando podemos atender nossas necessidades, estamos integrados com nossos valores, e ainda usamos a nossa potencialidade máxima.

Nós nos perguntamos: o que nos impede de sermos bem-sucedidos ou sermos mais ainda do que já somos? Tendemos a colocar a responsabilidade em tudo que é externo - governo, chefe, família - mas há inúmeros casos de pessoas que mesmo vivendo em ambientes totalmente contrários conseguem alcançar seus objetivos e serem bem-sucedidas. Então, entendemos que a grande diferença está na definição e na determinação do que você quer para sua vida. Pessoas de sucesso sabem o que elas querem, possuem metas definidas e entram em ação para alcançá-las.

Precisamos saber utilizar bem nossos pensamentos, mas tendemos a nos focar no que não queremos para nossa vida. Então, quando você pensa: não vou mais ser autoritário com meus funcionários; não vou comer mais chocolate; não vou mais atrair relacionamentos que me façam infeliz; não vou ter mais dividas - você está apenas reforçando seus desejos e ai tudo que você 'não deseja' fica mais presente em sua vida.

É preciso pensar no que de fato você quer, criando pensamentos de ação, que leve você a resultados satisfatórios em sua vida. Pessoas de sucesso entram em ação e buscam harmonia em sua vida, elas sabem que para entrar em ação, precisam saber aonde se quer chegar. O primeiro passo para o sucesso é saber: Quais são meus objetivos? Onde e como eu quero estar daqui a um, três, cinco, dez e até mesmo 20 anos? Como eu quero que seja minha vida?

O segundo passo é ter objetivos positivos, lembre-se: a mente inconsciente não processa frases negativas. O terceiro passo define que os objetivos precisam ser desafiadores que lhe impulsionam, que lhe motivam a entrar em ação. O quarto passo do sucesso é que os objetivos devem ser iniciados e mantidos por você mesmo, você precisa estar no controle. Defina o que você quer e busque alternativas, opções para alcançar.

Quinto passo - seus objetivos precisam ter datas para suas realizações, datas de início, meio e fim. Fundamentalmente tenha em mente como você vai saber que atingiu, que emoções você terá quando alcançar seus resultados.

Você pode ainda estar se perguntando: sei para onde quero ir, sei quais são meus objetivos, mas mesmo assim as coisas não acontecem em minha vida. Por quê? Ai está a maior dificuldade das pessoas: entrar em ação. Nós tendemos a procrastinar, deixar para depois nossas realizações e percebemos muito tardiamente que o tempo passa muito rápido. Pessoas de sucesso têm o tempo como seu aliado e também contam com a parceria de profissionais como o coach, que colaboram para que ações sejam tomadas, limites sejam enfrentados e o sucesso seja alcançado.

O coaching é uma ferramenta muito utilizada e desenvolvida pelas pessoas e profissionais que moram nos Estados Unidos. O coaching possibilita o aumento da performance, elimina crenças limitantes, ajuda a pessoa a viver em congruência com os seus valores e a alcançar resultados de forma rápida e ecologicamente correta.

Lembre-se estamos aqui para sermos felizes, bem-sucedidos, viver em harmonia interior e com o ambiente, conquistarmos tudo que desejamos e para isso você está consciente de que necessita apenas pagar um pequeno preço que é realizar ações de forma consistente e efetiva.

Pessoas bem-sucedidas entram em ação, planejam a vida, os negócios e têm objetivos definidos, positivos e congruentes com seus valores. Seja você também uma pessoa bem-sucedida e conquiste o direito de ser feliz e realizada.

thumbnail Novo vídeo do INAp
May 15th 2012, 21:43


Assistam aqui o novo vídeo do INAp falando um pouco sobre a nossa empresa e como a PNL pode transformar nossas vidas.


thumbnail Agenda de Palestras Gratuitas em Maio
May 14th 2012, 23:30


COMO LIDAR COM DINHEIRO NA PRÁTICA
Com Adenias Gonçalves
Data: 17 de maio de 2012 (quinta-feira)
Horário: 19:30 às 21:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - RJ

MARKETING COACHING
Com Roberto Navarro
Data: 18 de maio de 2012 (sexta-feira)
Horário: 19:30 às 21:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - RJ

DESENVOLVENDO AS COMPETÊNCIAS PESSOAIS ESSENCIAIS
Com Milton Menezes
Data: 21 de maio de 2012 (segunda-feira)
Horário: 19:30 às 21:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - RJ

PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA APLICADA À CONSULTORIA
Com Hélio Tadeu Martins
Data: 23 de maio de 2012 (quarta-feira)
Horário: 19:30 às 21:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - RJ

COMO FALAR EM PÚBLICO COM SEGURANÇA E CONFORTO
Com Dr. Jairo Mancilha
Data: 30 de maio de 2012 (quarta-feira)
Horário: 19:30 às 21:00
Local: INAp - Praia do Flamengo, 278 / 2º andar - RJ

Haverá sorteio de livros e bolsas de cursos do INAp!

Confira o programa completo e os currículos dos facilitadores no link abaixo
http://www.pnl.med.br/palestras_maio2012.htm

Informações e Inscrições: 
(21) 2551-1032 / 2551-7647
inap@pnl.med.br





thumbnail A Estratégia da Genialidade - Artigo sobre Michael Hall no Folha Dirigida
May 7th 2012, 22:42


CURSO | Atividades promovidas pelo Inap acontecerão em Copacabana
Michael Hall apresenta as estratégias da genialidade. 

  De sexta-feira a domingo, entre 27 e 29 de abril, o especialista norte-americano, Michael Hall,
doutor em Psicologia Cognitivo-Comportamental, ministra o curso "Acessando o Gênio Pessoal",
promovido pelo Instituto de Neurolinguística Aplicada (Inap). 

  Autor de 41 livros, com mais 100 artigos publicados, Michael Hall afirma que para otimizar o uso da
inteligência é preciso focar ao máximo a atenção naquilo que se está fazendo; atuar deste forma seria o
"caminho para a genialidade".

  A proposta é defendida pelo doutor em Psicologia Cognitivo-Comportamental há mais de 30 anos,
especialmente em seus cursos que mostram técnicas para acessar o que ele chama de estado de gênio.

  "Gênio para mim é uma pessoa totalmente comprometida com aquilo que está fazendo, envolvida com o que faz. É alguém que não se dispersa naquilo que faz, mantém o foco de sua atenção em seu objetivo, naquilo que desempenha. A total presença naquilo que se está fazendo torna a pessoa mais inteligente.
É isso o que chamo de gênio", explicou o especialista.

  Nesse sentido, uma das linhas de trabalho mais recentes de Michael Hall é Neurossemântica, considerada por ele como um passo além da Programação Neurolinguística (PNL). 

  Para quem não conhece, a PNL foi proposta em 1975 por Richard Bandler e John Grinder como um
conjunto de modelos e princípios que descrevem a relação entre a mente (neuro) e a linguagem
(linguística - verbal e não verbal) e como a sua interação pode ser organizada (programação) para
afetar a mente, o corpo ou o comportamento do indivíduo. 

thumbnail RAPPORT – O Ingrediente Mágico
May 2nd 2012, 23:32



Penny Tompkins e James Lawley



"Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum. É a capacidade de ir totalmente do seu mapa do mundo para o mapa do mundo dele. É a essência da comunicação bem-sucedida."
Anthony Robbins

"Nunca ninguém me escutou como você." Assim falou uma jovem senhora – viciada em drogas, desempregada e ameaçada de ser despejada da sua casa. Será que nós temos um talento mágico que nos permite obter, repetidamente, respostas como essa dos nossos clientes? Não, nós simplesmente construímos um nível de rapport tão profundo que as pessoas sentem-se verdadeiramente ouvidas e experimentam uma sensação de segurança.

Nós descobrimos que isso é um pré-requisito para a comunicação efetiva, quer em aconselhamento, nas nossas vidas pessoais, na vida profissional... em qualquer lugar, e com qualquer um.

Basta seguir as etapas abaixo, e você também poderá otimizar as suas habilidades de comunicação. Com isso, você será capaz de melhorar a qualidade da sua vida e da vida daqueles à sua volta.

PNL

Se você já leu artigos sobre o início da PNL, se recordará que a PNL começou com o estudo de excelentes comunicadores.

Qual é a diferença que faz a diferença em sentir-se confortável e apreciado por alguém, mesmo se ele discordar do que você disse? Como é que você gosta instantaneamente de algumas pessoas que encontra – enquanto que de outras, você não consegue nem escapar suficientemente rápido? Por que você pode falar com algumas pessoas durante horas e isso parecer apenas minutos?

RAPPORT

A resposta para todas essas perguntas é o RAPPORT. Um dos alicerces da PNL e o mais importante processo em qualquer comunicação. Quando as pessoas estão se comunicando em rapport, elas acham fácil serem entendidas e acreditam que seus interesses são altamente considerados pela outra pessoa. Rapport significa receptividade ao que a outra está dizendo; não necessariamente que você concorde com o que está sendo dito. E quando você está em rapport, algo mágico acontece. Você e os outros sentem que são escutados e ouvidos. Num nível inconsciente, existe o confortável sentimento de "Essa pessoa pensa como eu, eu posso relaxar".

O verdadeiro rapport cria uma atmosfera de confiança mútua. Se você está usando o rapport como uma tática para manipular outra pessoa para a sua maneira de pensar, em algum nível ela sabe disso instintivamente e não irá reagir positivamente. Entretanto, se você se tornou um perito na arte do rapport e a sua intenção é ouvir e ser ouvido, para alcançar soluções ganha-ganha ou para criar amizades genuínas, você irá se tornar um comunicador poderoso e confiável.

Muitas vezes, as pessoas estão naturalmente em rapport. Você já percebeu que alguns casais nos restaurantes estão em sintonia um com o outro e que seus corpos se movem juntos como que dançando? Preste atenção nas crianças brincando, observe as interações nas reuniões, note os amigos num pub. Veja e ouça como o efeito de duas pessoas se movendo juntas produz resultados positivos na comunicação delas. Observe também como a qualidade da interação muda para uma falta de comunicação quando a fisiologia delas não combina e elas estão fora de sincronia uma com a outra.

ESPELHAR

Assim sendo, como nós podemos conscientemente melhorar a nossa própria habilidade de rapport? Podemos começar aprendendo o processo chamado de "espelhamento" – que é utilizado para reproduzir o comportamento da outra pessoa. Comportamentos que você pode espelhar incluem:

Postura corporal
Gestos da mão
Expressões faciais
Deslocamento do peso
Respiração
Movimento dos pés
Movimento dos olhos
Espelhar é "copiar" fisicamente os comportamentos da outra pessoa de uma maneira sutil. Tente espelhar apenas um aspecto do comportamento da outra pessoa enquanto estiver falando com ela – talvez a postura dela. Quando isso se tornar fácil, inclua outro suavemente, como os gestos da mão dela. Gradualmente acrescente outro e outro até você estar espelhando sem pensar sobre isso. Quanto mais você praticar, mais fácil se torna. Como retribuição, a mesma reação positiva e confortável que você criou para a outra pessoa, será sentida por você mesmo.

PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA

Quanto mais você praticar, mais você se tornará consciente dos diferentes ritmos, gestos, padrões da respiração que você e os outros têm. É fascinante entrar no "mapa do mundo" da outra pessoa espelhando o comportamento dela. Dessa maneira você pode aprender muito mais sobre ela.

Tenha certeza de ser sutil no espelhamento quando estabelecer rapport. Se a outra pessoa está fazendo grandes gestos, impetuosos, você pode escolher fazer igual, mas menor, movimentos menos óbvios. O início pode parecer desajeitado. Mas o valor de aprender a conseguir e manter o rapport vale todo o tempo e o esforço que leva para se tornar um especialista nessa área de comunicação.

E você pode ser surpreendido ao descobrir que a sua "intuição" ficará mais intensa quando se tornar consciente dos comportamentos e ações que anteriormente não percebia.

Espelhar é algo que nós fazemos automaticamente quando estamos em torno das pessoas com as quais nos sentimos confortáveis. Aprender a espelhar de propósito para obter rapport nos capacita a melhorar a nossa comunicação com os demais e a ter o apoio de todos que encontramos que nos ajudam a realizar nossos objetivos e metas.

Se você tem a mínima dúvida de que espelhar realmente funciona… experimente. Escolha três pessoas com quem você quer uma melhor comunicação e as espelhe por apenas 10 minutos. Note a diferença que isso faz.

"Você não quer clientes... você quer fãs enlouquecidos!!!"
Anthony Robbins

Um de nossos estudantes na City University tentou melhorar de emprego por alguns anos. Depois de aprender algumas habilidades básicas do rapport como espelhar e combinar, e utilizando isso nas entrevistas, ele finalmente obteve sucesso e acabou numa posição brilhante na City. Ao praticar suas habilidade de rapport nas entrevistas, outro estudante se tornou um apresentador de TV.

Anthony Robbins é um mestre nas habilidades de combinar e espelhar do rapport. Essas habilidades se tornaram tão naturais que ele nem mesmo precisa pensar para fazê-las. Elas são automáticas.

Os leitores da "Personal Success" também estão tendo vantagens das sugestões e dos exercícios de PNL, aprendendo novas e poderosas habilidades de comunicação, e como resultado, estão mudando para melhor suas vidas.

E você? Está pronto para tentar algo novo e fazer estas mudanças agora?

ESPELHAR

Na primeira parte desse artigo, nós introduzimos o espelhar. Espelhar é "copiar" fisicamente o comportamento de outra pessoa, como se os movimentos dela estivessem se refletindo de volta para ela. Isso é feito com respeito e sutilmente. Num nível inconsciente, a pessoa com quem você se comunica dessa maneira, se sente reconhecida e aprecia o seu interesse por ela. Você está acompanhando a experiência da pessoa, e apesar dela não perceber o seu espelhamento, ainda assim ele terá um efeito profundo.

Espelhar feito com integridade e respeito cria sentimentos positivos e reações em você e nos outros. Caso contrário, espelhar se torna arremedo e tem conseqüências negativas. Então, quando você aprender as habilidades de rapport adicionais que se seguem, relembre que o poderoso efeito que você cria precisa ser baseado em valores e princípios nobres.

COMBINAR

Uma diferença básica entre espelhar e combinar é o timing. Enquanto que espelhar é simultâneo com os movimentos da outra pessoa, combinar pode às vezes ter um fator de "atraso no tempo." Por exemplo, se alguém está gesticulando enquanto fala e estabelece um argumento, você pode ficar quieto enquanto presta atenção. Quando for a sua vez de falar, você pode fazer os seus comentários e a sua posição usando o mesmo gesto ou similar.

Existem outros tipos de combinar:

EQUIPARAÇÃO CRUZADA é escolher combinar um dos comportamentos a um correspondente, porém de um tipo diferente.

Por exemplo, se a pessoa está piscando muito ligeiro, você pode fazer a equiparação cruzada discretamente dando pancadinhas com o seu dedo na mesma velocidade que ela pisca; ou acompanhar o ritmo de alguém falando com pequenas inclinações da sua cabeça ou da sua respiração.

DIFERENCIAR também é uma habilidade útil para ser dominada a fundo. Você já teve alguém falando sem parar enquanto conversava com você... e você imaginando se ela iria parar de falar?

Você pode quebrar o contato visual, gire o seu corpo em angulo com ela, respirar mais ligeiro ou mais devagar em contraste com a respiração dela... em resumo, faça qualquer coisa para quebrar o rapport por diferenciação. Você ficará surpreso de como a conversa rápida e facilmente chega ao fim.

Você irá se descobrir ouvindo e observando as outras pessoas em mais detalhes quando aprender essas habilidades básicas do rapport. Prestar atenção nos outros dessa maneira é um processo de estabelecer confiança, e quanto mais elegantemente você espelhar, combinar e equiparar cruzado, mais seus clientes irão se transformar em "fãs enlouquecidos".

PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA

Quando falar com membros da sua família ou com colegas de trabalho, encontre um comportamento ou movimento específico para se focar e combine ou equipare cruzado. Você pode selecionar um comportamento por dia para praticar até que você possa formar todo o repertório de habilidades de rapport.

Você pode:

Usar os movimentos da sua mão para acompanhar a respiração da outra pessoa. Mexa seus pés para acompanhar os movimentos da cabeça da outra pessoa.

Incline os seus ombros quando a outra pessoa inclinar a sua cabeça.

Erga o dedo quando a outra pessoa levantar a sobrancelha.

Sinta-se a vontade para criar as suas próprias técnicas de equiparação cruzada! Também lembre-se de praticar o diferenciar, mas tenha certeza de finalizar a interação no estado de rapport.

ESPELHAMENTO E COMBINAÇÃO COMPULSIVOS

Algumas pessoas acham que elas realmente têm que combinar e espelhar.

Uma jovem senhora que combinava e espelhava constantemente estava sentada ao lado de uma colega que estava cansada de ser imitada. A colega deslizou na sua cadeira, e lógico que ela fez o mesmo. Então a colega deslizou ainda mais. Ela fez o mesmo. Finalmente, uma escorregada em demasia e a mulher caiu literalmente no chão! Sua colega, consciente do espelhamento, permaneceu na sua cadeira.

RAPPORT

Perceba a diferença que essas habilidades de rapport fazem na sua vida. Se o contexto é namorar, ser entrevistado, ou vender, você pode fazer a escolha para melhorar a suas habilidades de comunicação usando a PNL.

Penny Tompkins e James Lawley são consultores empresariais e pessoais, e podem ser contatados através da The Developing Company. E-mail: metaphor@cleanlanguage.co.uk

O artigo "RAPPORT - The Magic Ingredient" encontra-se no site www.cleanlanguage.co.uk

thumbnail A Última Palavra sobre Auto-Estima
Apr 21st 2012, 00:43



A Última Palavra sobre Auto-Estima
L. Michael Hall, Ph.D.

Eu nunca escrevi um artigo sobre "a última palavra sobre" alguma coisa. Nunca. Sobre coisa alguma. Mas agora estou corajosamente me arriscando a fazê-lo. Sei que é muita audácia. Sei que é talvez um ato de audácia excessiva, mas deixarei que você seja o juiz disso quando tudo for dito e feito. Então, sobre esse estranho e ilusório estado de auto-estima, sobre esse prêmio altamente desejado e esse assunto tão pobremente compreendido, penso que posso escrever a última palavra sobre ele. Pelo menos isso é minha esperança. Não minha expectativa, apenas minha esperança. Então, se você está pronto para a jornada, vamos lá.

Desmistificando as Confusões da Auto-Estima
Primeiro vamos ter que fazer uma grande desmistificação do termo em si. E as confusões são muito grandes. A maioria das pessoas confundem auto-estima com auto-confiança. E se não fazem esse erro, fazem um outro. Confundem auto-estima com sentirem-se bem a respeito de si mesmas ou sentirem um sentimento de dignidade a partir das recomendações e aprovações dos outros. No entanto, nenhuma dessas descrições se refere a auto-estima.

A chave, claro, é o verbo estimar. Estimar algo é fazer uma avaliação. Refere-se ao valor que atribuímos a alguma coisa ou a alguém. É aquilo que faz um avaliador de casa, um avaliador de jóias, um avaliador de quadros, um avaliador de antiguidades, etc. Então, estimar quando aplicado ao self, refere-se a nosso senso de valor pessoal. OK, comecemos então por aí. Quanto você vale? Qual é o valor de um ser humano? Seu valor humano sobe e desce como fazem as ações na Bolsa de Valores? Você precisa de verificar no fim do dia em seu 'auto-mercado' para ver como você se saíu e se seu valor aumentou ou diminuíu ao longo do dia?
Agora, se você vai responder à pergunta, "Qual é o valor de um ser humano?" você tem de aplicar alguma espécie de escala, algum padrão, e algum critério. Então, qual é o seu padrão? Como devemos fazer a avaliação a respeito do valor de um ser humano? Vejamos... culturalmente existem muitos critérios que podemos usar. Podemos usar aparência, cérebro, realizações, força física, dinheiro, marca das roupas, moda, inteligência livresca, rapidez de raciocínio, fluência verbal, amizades, popularidade, e assim por diante.

Então, o que você pensa? Deseja usar algum desses critérios para julgar e avaliar o valor de si mesmo, dos outros, dos seres humanos em geral? Se você fizer isso, então o valor dos seres humanos será condicional. E isso é o que a maioria das pessoas fazem. Elas avaliam a si mesmas e aos outros com base em resultados alcançados, em dinheiro, em idade, em aparência, em força física, etc. Claro, quaisquer condições que você use para fazer sua avaliação coloca você numa rotina entediante – uma rotina de condicionalidade de tal modo que as pessoas não têm valor por si mesmas, mas somente quando satisfazem certas condições.

Existe uma alternativa. Ao invés de fazer nossas avaliações com base em condições temporais, em condições que podem ir e vir, que mudam, que não perduram, e que podem ser tiradas de nós, podemos fazer a avaliação do valor humano como incondicional. Podemos fazer uma declaração de que as pessoas já têm valor; valor e dignidade, e que operam a partir dessa avaliação.

Por que não? Por que não começar de um valor incondicional de tal modo que sua pessoa como um ser humano não tenha um indicador flutuante de valor, mas que seu valor seja um dom, um valor inerente, e portanto um valor seguro?

Estou falando agora de você como uma pessoa, como um ser humano. E isso é diferente de você como um performador, como um fazedor, como um realizador; diferente de você em termos de todos os vários fatores e facetas de sua vida: aparência, energia, saúde, carreira, dinheiro, idade, etc. Todas essas coisas são condicionais e você pode avaliar como está se saindo em qualquer desses domínios usando os padrões que e quando prefere usar, mas isso corresponde a uma outra faceta sua. Aqui você tem sua confiança em si mesma nessas áreas. Você tem sua auto-confiança em ganhar dinheiro, em fazer amigos, em resolver problemas, em se relacionar com seus vizinhos, em impressionar as pessoas com seu conhecimento, com sua aparência, com sua sexualidade, e com milhares de outras coisas. Isso é auto-confiança, não é auto-estima.
Então aqui está a primeira desmistificação. Auto-estima se refere à pessoa e auto-confiança refere-se ao que você pode ou não fazer. Refere-se a você como um fazedor humano, não como um ser humano. É condicional. Ao passo que auto-estima funciona melhor como incondicional.

Segunda Desmistificação
Somente você pode auto-estimar a si mesmo. Daí porque é auto-estima. Não é outros-estima; isso é os outros gostando de você, valorizando você, apreciando você, aprovando você. E embora todos gostemos disso, temos visto e ouvido numerosos astros de cinema, da música, milionários, e outras pessoas que "tinham tudo" – tudo de fama, de prosperidade, de reconhecimento que uma pessoa poderia desejar (outros-estima), mas porque não aplicaram ao self e não se engajaram na auto-estima, acabaram se suicidando.
Então, somente você pode estimar a si mesmo. E dado que é uma avaliação que você faz em sua mente, você pode estimar a si mesmo e dar a si mesmo elevada auto-estima em qualquer momento que você assim escolha. Você não tem que esperar por nada. Na verdade, não há nenhuma razão para esperar. É uma declaração. É uma decisão.

Se você deseja um senso saudável de self, comece aqui. Distinga, por um lado, entre sua decisão e sua declaração de que você é valioso, de que você é alguém, de que você nasceu um ser humano, e, por outro lado, o esperar pelos sentimentos de valor, de dignidade, de mérito, oriundos dos outros. Eles virão, mas tipicamente levará algum tempo. Nesse ínterim, celebre a si mesmo como tendo valor e importância. Recuse e recuse teimosamente 'pôr o seu eu na reta' e voltar a ter um auto-olhar condicional.

Nesse meio tempo, comece a atualizar todos os seus mapas mentais sobre seus conceitos de self. Mapeie que você já é Alguém e que não precisa provar nada. Crie uma crença mental de que sua vida inteira agora é para ser vivida como uma expressão de sua condição de Alguém que você é.

Fazer essas coisas tira sua auto-estima da reta, de tal maneira que ela não pode ser subtraída de você ou mesmo questionada. Agora ela é inquestionável. É simples. Quando você não faz isso, será tentado a personificar as coisas, a se sentir um ninguém, e a sentir que tem que provar a si mesmo a fim de ter o direito de viver e mesmo de ser. Pare com esse absurdo. É semi-são e pode torná-lo insano. Isso o tornará reativo, defensivo, e suscetível.

Todos os dias pratique refrescar seu mapa mental de que você é uma Pessoa valiosa e que, como um self vivente e sagrado, você é inatamente valioso, importante, e tem uma dignidade como membro da raça humana.

Diga para si mesmo:
"Eu já sou Alguém"
"Não tenho nada a provar, mas tudo a experienciar"
Repita essas palavras até acreditar nelas, e as envie como comandos para seu sistema nervoso (veja "The Magical Nature of Befiefs" em www.neurosemantics.com).

Fazer isso o libertará para ser e tornar-se você mesmo, para explorar e desfrutar o que a vida tem a lhe oferecer. Paradoxalmente, o mobilizará de tal modo que você conseguirá ir além de si mesmo e transcederá o seu ego. Então você constatará que a vida é maior do que você e conseguirá experienciar aquilo que chamamos vida.

Com esse auto-estimar-se no lugar, você será capaz de explorar seu potencial; poderar abrir-se numa maneira responsável para amar, para aprender, e para se desenvolver. Poderá ser mais cuidadoso e amável nos relacionamentos, não-defensivo em relação a seus erros e à sua vulnerabilidade, e mais criativo em suas habilidades e paixões. Quando o ego não está na reta, você não tem que provar nada.

Agora o tema Auto-Confiança
Auto-confiança difere de auto-estima pelo fato de não se refere a você enquanto pessoa, mas àquilo que você pode fazer – suas competências, suas habilidades, e suas realizações. Ao contrário da auto-estima que é incondicional e um dom, a auto-confiança é completamente condicional. Você tem que desenvolver habilidades e ganhar o direito de dizer que tem confiança, de que pode fazer algo.

Você ganha auto-confiança usando seus dons e tornando-se competente naquilo que você pode fazer e realizar Se você alega auto-confiança em relação a alguma coisa na qual você realmente não é habilidoso e competente, estará enganando a si mesmo. Você pode se sentir bem, mas sua confiança é enganosa. É falsa. Uma auto-confiança acurada está baseada em sua fé em ("con" e "fideo" fé) si mesmo, fé em que você pode levar a efeito algo apesar das dificuldades e de fato realizar esse algo.

Claro, todos nós temos forças e fraquezas. Temos aptidões e predisposições nas quais podemos mais facilmente ser bem sucedidos e outras em que não podemos. Jogar com nossas forças nos capacita a encontrar aquelas áreas e tarefas nas quais temos uma natural disposição e podemos nos tornar altamente habilitados e contribuir mais. Isto é um segredo-chave para sucesso na vida.

E o que dizer sobre Força-do-Ego?
A palavra ego refere-se simplesmente a self. Isso é tudo. Ela significa e é traduzida do grego como "eu" ou "mim". Em si mesma a palavra ego é neutra e não carrega conotações positivas ou negativas. Assim, força-do-ego é a força e a energia que você tem dentro de você – em sua mente, em suas emoções, em seu corpo, em seus relacionamentos, em suas habilidades, etc. que lhe permitem fazer face à realidade tal qual ela é e lidar com ela de uma maneira eficaz. Sem força-do-ego você desaba, desiste, ou adota respostas defensivas tipo luta/fuga.

Nós desenvolvemos força-do-ego como parte do processo de crescer e desenvolver. Chamamos isso desenvolvimento sadio do ego. Isso, porque nascemos sem um ego. Então, à medida que nosso senso de self se desenvolve quando crescemos, começamos a desenvolver uma certa força em nossa competência de fazer face à realidade. No começo nosso ego era muito fragil. Não tínhamos força-do-ego. Isso leva tempo para se desenvolver. Um ego frágil nos leva facilmente a nos tornarmos ego-envolvidos nas coisas. Nosso pensamento da primeira infância nos tornava muito egocêntricos. Isso não é uma descrição moral, mas uma descrição de como era pequeno nosso mundo. Ele girava inteiramente em torno de nós mesmos.

Aí está!
Aqui está a última palavra sobre auto-estima. Sim, você terá que se manter distinguindo a si mesmo como um ser humano e como um fazedor humano e, dependendo de seus velhos hábitos mentais e emocionais, você pode ter de fazer isso diariamente durante um mês ou mais. Todavia, se você fizer, na medida em que  você corrige seu diálogo interno sobre seu "valor" e começa a sacralizar a si mesmo como um ser humano inerentemente e incondicionalmente valioso que nada tem de provar mas tudo a experienciar – você incorporará o sentimento de dignidade de modo a senti-lo em cada célula e fibra nervosa, e ele será sua orientação básica no mundo.

Faça isso e você ganhará o jogo interno da auto-estima, e então o jogo externo de viver com dignidade e com valor pessoal será um 'café pequeno'. O jogo externo de se sentir como um ser humano de valor inato é vencido no jogo interno. Aqui está para seu melhor jogo interno!

Autor
L. Michael Hall, Ph.D. é um psicólogo cognitivo-comportamental que se tornou um modelador da excelência, da perícia e da auto-realização humana usando os modelos da PNL e da Neuro-Semântica. Ele criou o campo da Neuro-Semântica com o desenvolvimento do Modelo Meta-Estados e é atualmente o diretor executivo da Sociedade Internacional de Neuro-Semântica. Veja Winning the Inner Game e Unleashed: A Guide to Your Ultimate Setf-Actualization para mais sobre auto-estima.


thumbnail Excelência pessoal
Apr 21st 2012, 00:28



Excelência pessoal
Por Nelly Beatriz M.P. Penteado

(1a. parte)
Podemos definir excelência pessoal como a capacidade que tem o ser humano de desenvolver ao máximo uma determinada habilidade.

Como exemplo, temos os atletas que treinam constantemente e conseguem superar marcas e recordes, temos o músico que dia-a-dia aprimora sua habilidade de tocar um instrumento e temos também aquele nosso vizinho que consegue acordar cedo todos os dias para praticar exercícios, temos aquela amiga que é capaz de controlar adequadamente sua alimentação e aquele conhecido que é um excelente contador de piadas.

Estes são exemplos de pessoas que possuem habilidades que possivelmente admiramos e gostaríamos de possuir. E foi exatamente isto o que a PNL nos ensinou a conseguir.

A PNL observou minuciosamente pessoas no exercício de determinada habilidade. Esta habilidade foi dividida em partes menores, em passos, e descobriu-se então a seqüência destas partes. Em seguida esta seqüência foi ensinada a uma outra pessoa, que a repetiu várias vezes e então foi capaz de obter os mesmos resultados daquela pessoa que serviu de modelo, que foi copiada (modelada).

Esta descoberta desmistificou velhas crenças segundo as quais habilidades são dons de nascença e um privilégio concedido apenas a algumas pessoas.

Comparando nosso cérebro a um computador, a PNL nos diz que todos nós possuímos o mesmo tipo de computador, com a mesma capacidade, com a mesma potência. Entretanto, algumas pessoas sabem usá-lo melhor. Sabem explorar todo o seu potencial, todos os seus recursos. E possuem programas que lhes permitem ser excelentes em relação a um comportamento ou habilidade.

Portanto, todos podemos aprender a operar nosso computador da mesma maneira que estas pessoas operam. E podemos também adquirir os programas que elas utilizam para serem excelentes numa habilidade. Basta seguir exatamente os mesmos passos que elas, a mesma seqüência, repetir isto um certo número de vezes e teremos nos programado para que esta habilidade seja algo automático e natural em nosso comportamento.

Observe-se que a PNL não afirma que basta o pensamento positivo, o "poder da mente", etc., para que alguém se torne uma pessoa melhor ou alcance determinados resultados. A PNL propõe a prática de determinadas sequências de comportamento, repetidas vezes. Logo, conclui-se que são necessários empenho, trabalho, exercício - não há mágica ou soluções milagrosas capazes de substituí-los.

Em outras palavras, hoje é possível reunir os melhores dentre os melhores, e descobrir o que eles têm em comum, o que eles fazem e como fazem para serem o que são.

(2a. parte)
Há uma velha piada segundo a qual o cérebro humano é o único computador auto-suficiente que pode ser criado por um profissional não especializado. Trata-se, porém, de um computador sem manual do usuário.

Uma vez que não temos o manual do usuário, restam-nos pelo menos duas alternativas para aprender a usar este computador: por ensaio-e-erro (isto é, tentando, errando, corrigindo), ou então aprendendo como fazem as pessoas que utilizam-no de forma eficiente e alcançam resultados desejados.

Talvez um dia estes programas usados por pessoas excelentes em determinadas áreas estejam disponíveis a todas as pessoas, da mesma forma como hoje é possível adquirir facilmente um programa de computador.

Considerando que todos nós possuímos o mesmo tipo de "computador mental", conclui-se que o fracasso é apenas um programa que não deu certo. Quando um programa não dá certo em informática, não se joga o computador no lixo, mas sim corrige-se o programa, ou então ele é substituído por um outro. Da mesma forma, é preciso separar o ser humano, o seu valor, de seu comportamento. Assim, diríamos que alguém está incompetente, mas não que ele é incompetente.

Para tudo existe um programa, uma estratégia, até mesmo para fracassar, para ficar deprimido, com raiva, ansioso, etc. Isto quer dizer que as pessoas costumam usar uma seqüência de pensamentos (imagens, sons, sensações, sentimentos) para sentirem-se de uma determinada maneira, apesar de na maioria das vezes não se darem conta disto.

Descobriu-se que as possibilidades de uma pessoa resultam da forma como ela faz avaliações de si mesma e das situações. Por exemplo, como você avalia (representa) um copo com água até a metade? Você diria que ele está "meio-cheio" ou "meio-vazio"? Assim também é na vida. Podemos avaliar algo sob diversos ângulos. Alguns deles farão com que nos sintamos mais capazes, com que tenhamos uma imagem melhor de nós mesmos.

Conta-se que Thomas Edison havia tentado 9.999 vezes aperfeiçoar a lâmpada, sem ter conseguido. Então alguém lhe perguntou: "Você vai ter 10.000 fracassos?" Ao que ele respondeu "Não falhei. Acabo de descobrir outra maneira de não inventar a lâmpada elétrica"...

O desenvolvimento do ser humano, a lapidação de sua personalidade rumo à excelência pessoal, só é possível quando se sai da acomodação, das chamadas "zonas de conforto". Exemplo: "Eu gostaria tanto de saber nadar como fulano, mas é tão difícil, vou ficar tão cansado, vai demorar tanto, que é melhor eu nem tentar". Esta pessoa prefere ficar em sua zona de conforto ao invés de tentar, se empenhar e se arriscar, talvez por acreditar que não será capaz.

thumbnail Matéria no Folha Dirigida com Dr. Jairo Mancilha
Apr 12th 2012, 22:41



Temas giram em torno do coaching e do impacto que possui no sucesso profissional
ATIVIDADE | Serão realizados quatro eventos, abertos ao público em geral. Inscrições podem ser feitas por telefone.

Jairo Mancilha: o coaching ajuda a conquistar metas profissionais

Em abril, o Instituto de Neurolinguística Aplicada (Inap) realiza uma série de palestras gratuitas. Serão quatro eventos. O primeiro é nesta quarta-feira, dia 11, das 19h30 às 21 horas. Todas as atividades deste mês ocorrerão na sede do Inap, no Flamengo.

No evento, Sidney Cohen, Diretor comercial da Bit Partner, empresa de consultoria focada em gestão de negócios, professor universitário e ganhador de prêmios como o Top of Business falará sobre "Gestão Comercial para Pequenas e Médias Empresas."

A segunda palestra gratuita do mês será realizada na sexta, dia 13, também das 19h30 às 21 horas. Nela, Roberto Navarro, analista financeiro, e CEO de instituições do mercado, além de especialista em
Programação Neurolinguística (PNL), abordará o tema "Coaching Financeiro."

No dia 16 de abril, o tema da palestra é "Ampliando Percepções sobre a Visão Financeira do Cotidiano - Impactos na Qualidade de Vida". O palestrante é Adenias Gonçalves Filho, consultor em Gestão Empresarial, Finanças Pessoais e Coaching e que também é formado em Administração de empresas, pós-graduado em Finanças pelo Ibmec-RJ, e em Administração, Contabilidade e Finanças pela FGV-RJ.

O último evento gratuito do mês no Inap é com o diretor da instituição, Jairo Mancilha. Master Coach e Master Trainer internacional em Neurolinguística e Coaching, além de mestre e doutor em Medicina pela UFRJ, ele abordará o tema "Coaching na Conquista de Metas e Resultados". Segundo ele, os eventos são uma oportunidade que profissionais, nos mais diferentes segmentos e posições nas empresas em que atuam, têm de conhecer princípios que podem ser importantes para o sucesso no mundo corporativo. Um dos principais é como trabalhar para conseguir alcançar metas estabelecidas.

"Coaching é um processo em que o coach apoia o cliente a descobrir, explorar e formular bem as suas metas
e a desenvolver as competências necessárias para alcançá-las. E durante o processo o cliente amplia sua consciência e responsabilidade pela própria vida", destacou Jairo Mancilha, esclarecendo que o objetivo do coach não é dar soluções mas apoiar e motivar o cliente a descobrir e a criar suas próprias saídas para superar os desafios do cotidiano. "Uma das principais ferramentas do coaching são perguntas poderosas que geram insights e ações do cliente", destacou.

Nas palestras, o público poderá conhecer mais sobre as aplicações do coaching na área profissional, vertente que é denominada coaching de negócios ou coaching executivo ou coaching de carreira. "Ele ajuda o cliente a conquistar suas metas profissionais alinhadas com as metas da empresa", salienta Jairo Mancilha, destacando, em seguida, que as técnicas de coaching podem ajudar, também, a desenvolver
aspectos relacionados à capacidade de liderança em um profissional. "O coaching pode contribuir
para o líder se tornar um líder coach, que é um líder que aprende processos de coaching para apoiar e motivar os liderados a serem mais proativos. O líder coach age como um 'soprador de brasas' para gerar resultados", destacou Jairo Mancilha.

SERVIÇO
Inap: Praia do Flamengo,
278, 2º andar, Flamengo
Informações e Inscrições: (21) 2551-1032
ou inap@pnl.med.br ou www.pnl.med.br

thumbnail PNL e a importância da linguagem nos negócios
Apr 12th 2012, 22:24



Você provavelmente já ouviu falar no termo PNL porque ele existe há mais de 30 anos, mas, na minha experiência, poucas empresas descobriram como esse conjunto de ferramentas pode melhorar dramaticamente o desempenho do seu quadro de funcionários. PNL é a abreviação de Programação NeuroLinguística, e foi criado no início de 1970 pelo Dr. Richard Bandler, um estudante de psicologia da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, e John Grinder, nessa ocasião, professor adjunto de linguística. Neuro refere-se à forma como organizamos nossa atividade mental; linguística é a forma como usamos a linguagem e como ela nos afeta e a programação se refere ao nosso comportamento em diferentes situações.

Você está falando a mesma linguagem que o seu cliente?

Um dos aspectos mais fascinantes da PNL é descobrir como aproveitar o poder da linguagem para desenvolver um maior rapport com os clientes. Quando usamos a linguagem, nós, de alguma forma, representamos as nossas ideias e cada um de nós faz isso de maneira diferente, a partir da nossa própria e única perspectiva.

Existem três maneiras principais pelas quais representamos o nosso pensamento quando nos comunicamos com os outros e, apesar de todos usarmos uma combinação desses termos, cada pessoa tem uma tendência para um modo particular de expressão, que são os seguintes:

Visual – "Eu vejo"
Auditivo – "Eu ouço"
Cinestésico – "Eu sinto"
Exemplos de linguagem visual:

"Vamos ver o que eu posso fazer."
"Precisamos nos focar no que está à frente."
"Eu fui bem claro sobre o que discutimos."
Exemplos de linguagem auditiva:

"Estou ouvindo o que você está dizendo."
"Isso soa bem para mim."
"Isso na verdade soa como uma música."
Exemplos de linguagem cinestésica:

"Sinto que isso está certo."
"Tenho a sensação de que isso vai funcionar bem."
"É como tirar um peso dos meus ombros."
Vale lembrar que, na conversa diária, as palavras e frases que escolhemos e selecionamos são indicadores do nosso pensamento e das nossas intenções. Ao falar "a mesma linguagem" que os nossos clientes, aumentamos a chance de construir o rapport e evitar falhas de comunicação. Se um cliente está falando em linguagem predominantemente visual, então, você como vendedor vai construir um melhor rapport se mudar para também usar a linguagem visual. Se você administra um negócio onde a maior parte da comunicação acontece pelo telefone, vale a pena lembrar que a sua equipe está trabalhando principalmente em um meio auditivo e, por isso, os elementos a seguir determinam o resultado de cada interação:

Conteúdo – o que você diz
Tonalidade – como você expressa o que você diz
Volume
Ritmo – a velocidade e o ritmo do que você diz
Em qualquer grupo de treinamento, há sempre, pelo menos uma pessoa, que fala muito rápido ou não avalia como usar corretamente a tonalidade para manter o interesse do ouvinte durante a conversa. A razão pela qual você pode não se lembrar de muitos apelos de venda é porque eles não foram muito memoráveis, porque a pessoa em questão não conseguiu obter e manter o seu interesse. Às vezes, o tom de voz no telefone é muito mais importante do que o conteúdo da comunicação. Outro tipo de padrão de linguagem na PNL é o "predicado sugestivo". Essas frases são também excelentes recursos no desenvolvimento da nossa capacidade de influenciar os outros. Cada frase faz o ouvinte antecipar o que irá seguir na conversa.

Exemplos de predicados sugestivos incluem:

"Eu não sei quando você vai perceber…"
"Imagine se…"
"Isso seria algo como..."
"Eu não sei quando…"
Tais padrões são também valiosos nas apresentações de negócios onde é importante manter o interesse do cliente. Muito interessante é o caso de um funcionário de vendas de uma agência de recrutamento que aumentou sua taxa de sucesso em 300 por cento, simplesmente usando esses padrões nas suas interações com os clientes.

Linguagem em situações de atendimento ao cliente

Há um velho ditado: "o significado do que você diz é o que as pessoas ouvem". Algumas vezes, o comunicador não está plenamente consciente de que frases específicas não transmitem a intenção original da comunicação. Eu trabalhei com um diretor que usava repetidamente a frase "vou tentar", que é uma das muitas frases que sugerem que a ação pretendida não vai ocorrer. Como resultado, muitos dos seus funcionários não estavam totalmente convencidos de que ele faria o que dizia que iria fazer.

Outros exemplos são:

"Esperamos"
"Tudo vai ficar bem"
"Nós vamos tentar"
"Todas as coisas são iguais"
"Nossa intenção é"
A linguagem é apenas uma parte de como nos comunicamos e existem muito mais padrões de linguagem na PNL. Quando exploramos o que ouvimos, abrimos nossas mentes para novas e interessantes possibilidades em todas as áreas da vida.

Nick Kemp

thumbnail A Atitude de Vendas da PNL que fará você ficar saudável e rico
Apr 12th 2012, 22:23



L. Michael Hall. Ph.D.

Isso não promove a descrição de que a "PNL é uma atitude, suportada por uma metodologia, e que deixa um rastro de técnicas?" Isso sugere, não é, que talvez nós precisamos modelar a atitude de Perls, Satir e Erickson bem como as suas estratégias? Talvez somente era mais do que os seus padrões de lingüística, seus truques e seus processos. Talvez a atitude que eles trouxeram relaciona-se com as suas terapias e o modo como eles se relacionavam com elas tiveram uma parte significativa no processo.

Isso assegura a venda? A atitude influencia? E sobre o serviço ao consumidor? Aqui a atitude influencia? Pode apostar que sim.

Se isso funciona, então qual a atitude (ou atitudes) em vendas que faz a diferença entre riqueza e sucesso e a falta de ambos? Qual a atitude que nós precisamos para estabelecer como nosso meta-contexto (metaestado) que irá assegurar a nossa habilidade de ganhar a mente e o coração das pessoas, ganhar vendas, negociações, influência, persuadir e criar clientes fiéis?

Antes de sugerir algumas destas atitudes, deixe-me dizer sobre um livro atual no campo de vendas.

A "Atitude de Vendas" da PNL

Então, qual é a atitude mais poderosa que conduz a excelência em venda?

Para responder a essa pergunta, temos que levar o nosso cérebro para a estrutura e o processo da venda em si. E ao fazer isso, nos leva ao processo de assistir ao comprador potencial a entender como um produto ou um serviço em particular pode satisfazer uma necessidade. Se existir uma necessidade, nós podemos então facilitar uma decisão. Por essa razão, a venda, como a comunicação, envolve entrar para dentro do mundo do comprador para entender as coisas dentro do seu ponto de vista. Então ao fazer isso, nos fortalecemos para facilitar suas estratégias para a compreensão, a motivação e a tomada de decisão.

Com isso em mente, quais as atitudes mais eficazes que nos permitem trabalhar com um comprador?

Querer servir o comprador
Procurar habilitar ao comprador a compreensão e a tomada de uma boa decisão
Querer fazer uma venda, mas não precisar
Querer criar um acordo de ganha/ganha com o comprador
Uma atitude amigável e atrativa de abundância
Um novo livro escrito pelo autor de "The Sales Bible", Jeffrey Gitomer realça esses tipos de atitudes para pessoas que vendem. "Customer Satisfaction is Worthless, Customer Loyalty is Priceless" (1998) favorece a absoluta importância de 'fazer algo a mais' para dar ao cliente uma experiência memorável e de aumento de fidelidade. Ao atender assim as necessidades e as carências dos clientes, Gitomer sugere que ela constrói um tipo de fidelidade que irá fazer os clientes oporem resistência antes que eles se mudem para outro local.

Necessidades de Vendas e Serviços precisam ser mais do que uma experiência satisfatória

Neste livro simples e agradável, Gitomer realça entre diversas atitudes, as excelentes que podem tornar uma pessoa de vendas rica e saudável. Primeiro ele apresenta a estrutura da experiência subjetiva de ser um cliente. Depois disso, ele descreve a estrutura da experiência subjetiva de como transformar aquela pessoa em um cliente fiel.

E como isso funciona?

Tudo começa com a atitude do vendedor (ou daquele que fornece o serviço ao cliente). Ele precisa começar com uma atitude alegre, positiva, amigável e útil que realmente entenda como satisfazer, e depois a ultrapassar, as necessidades, as carências e as expectativas do comprador ou cliente. Ao fazer isso, precisa-se entender o quê o cliente/comprador quer e o que não quer. Sem questionar, o comprador não quer desculpas, razões, problemas ou um discurso sobre as "Políticas da empresa." De modo oposto, o comprador não quer soluções ou decisões. Ao invés de escutar as palavras "não posso" ou "não", o cliente quer ouvir uma orientação da solução: "sim", "a solução é" e "deixe-me ver como eu posso lhe ajudar." Isso se adapta para você quando você está no papel de comprador?

A única palavra que os clientes querem ouvir é "sim!", "vamos resolver isso!" e "a solução é." Eles não querem desculpas sobre porque você não pode ou apresentações sobre as políticas da empresa. Clientes querem seus problemas e suas necessidades resolvidas, eles não querem ouvir sobre os seus problemas.

Essa orientação básica e a atitude definem o que nós fazemos em vendas. A saber, nós ajudamos as pessoas a encontrar soluções para dificuldades e problemas. Nós satisfazemos suas necessidades e desejos. Nós servimos o cliente para satisfazer as exigências das coisas que fazem as coisas trabalharem mais eficientemente. E ao fazermos isso, o cliente paga o nosso salário. Se nós trabalhamos numa empresa, pode parecer que nós trabalhamos para esta empresa. De novo, não. Nós trabalhamos para o cliente. Se não há cliente, não tem empresa. O cliente é o nosso cheque de pagamento. Gitomer, repetidamente, nos lembra dessa orientação essencial. Quando nós perdemos um cliente, nossos filhos comem menos!

Assim, com a atitude que essa orientação originou, nós nos tornamos altamente focados para, primeiro, procurar satisfazer o cliente, e então, em seguida, dar ao comprador uma experiência positiva, memorável e com calorosa disposição. Meramente satisfazer um cliente não irá criar fidelidade, diz Gitomer. Exige muito mais do que isso. Um cliente satisfeito não tem sentimento próprio de atração ou fidelidade, e assim pode comprar em qualquer lugar. Mas quando você cria um cliente fiel, ele irá opor resistência antes dele mudar. E quando você tem uma grande base de clientes fiéis, você tem um negócio sólido e em crescimento. Você tem o poder das pessoas que irão fazer mais para o seu relações públicas ou para o seu marketing do que se você gastar 10% do seu lucro em propaganda ou marketing.

Indo além da satisfação da fidelidade

E como nós fazemos isso? Qual é a estratégia para criar a fidelidade nas pessoas?

Obviamente isso envolve atitude. Na venda, como na educação, no treinamento, na terapia, no marketing, na consultoria, na criação dos filhos, na amizade, no lazer e em muitas coisas que envolvem outras pessoas, a atitude determina. Comece com uma atitude medíocre, e você não irá longe. E isso segura bastante, mesmo que você tenha referências, diploma, inteligência, experiência, conhecimento, etc., se entrar no processo com um "pensamento miserável" (stinkin' thinkin), você irá arruinar admiravelmente todo e qualquer esforço para o sucesso.

Muito tempo atrás, Richard Bandler em Magia em Ação (1984) disse:

"A PNL é uma atitude e uma metodologia. Tendo uma atitude e uma metodologia, você pode criar uma técnica fácil como estalar os dedos."

Eu assimilei isto dele desde o início e procurei realçar isso em "The Spirit of NLP" (1996). Nos ultimos anos, eu tenho concluído cada um dos treinamentos de Master Practitioner estabelecendo um Sistema de Propulsão (Propulsion System) nos practitioners com o puro espírito ou a atitude da PNL.

Porque? Por que, como diz Richard, se você não usar poderosamente esse poderoso modelo e tecnologia, você não conseguirá o mesmo tipo de resultado. A PNL portanto, envolve não somente uma metodologia e um rastro de técnicas, mas antes de tudo, uma atitude incrivelmente corajosa, exorbitante e apaixonada de curiosidade, apreciação, desejo, etc. Como mencionado antes, a atitude que nos possibilita conduzir a modelagem da excelência que iniciou esse domínio, é a exata atitude que emergiu em John e Richard dos seus encontros com as fitas e os escritos de Perls e a pessoa e os escritos de Satir (Anchor Point, setembro 1997).

A Atitude de Saúde e Riqueza

A atitude que está acima e que influencia todas essas outras atitudes que compõe a excelência em venda é a atitude da abundância. Isso significa, adotando o ponto de vista de que nós vivemos em um mundo de fartura, de que existe fartura para todos, que nós podemos optar pela cooperação e pela competição amistosa antes do que pela competição negativa, e que ela se estenda a nós mesmos, e nos outros normalmente elicia o mesmo, cria confiança e permite que as pessoas sintam-se seguras conosco. Tal pensamento e sentimento de abundância também facilita o mesmo em nós mesmos. Ela nos dá um sentido de segurança sobre a venda, e a falta de desesperança. Nós não precisamos empurrar, pressionar, manipular, forçar, etc. Em vez disso, nós podemos, por outro lado, acreditar de boa fé de que o melhor deles irá aparecer quando eles se sentirem aprovados, cuidados, entendidos e seguros.

Considere como essa atitude de abundância consagra e suporta seu próprio sucesso em termos de saúde e riqueza, não considerando se "ele é verdade ou não." Apesar de tudo, desde o início a PNL tem afirmado que a mera "autenticidade" do mapa não faz realmente toda essa diferença. O efeito do mapa na atual experiência é o que realmente faz a diferença.

Você já teve uma experiência onde você entrou na idéia e nas emoções correspondentes da abundância? Pense sobre a vez quando você se sentiu completo e satisfeito, quando lhe parecia que "tudo estava indo no seu caminho." Evoque esta experiência inteira e completamente pois assim agora mesmo você entra nesta memória.

Ou se você quer ficar mais influenciado, simplesmente imagine completamente o que seria ter suas necessidades satisfeitas pois assim você sentiria a abundância do mundo ou do universo. Imagine como isso seria. Veja ou ouça alguém a qual você poderia imaginar que pense-ou-sinta desta maneira, e então entre para dentro da experiência desta pessoa.

Depois que você tiver feito isso, imagine-se, a partir deste estado, movendo-se para o mundo. A partir de um estado de plenitude, abundância e perfeição, você se sentiria com mais ou menos recursos? Você se sente que está mais ou menos "na melhor?" Você se sente querendo tirar vantagem das pessoas e operar dentro da perspectiva de ganha/perde? Ou você se encontra capaz de se oferecer, dar, ouvir, cuidar e operar numa perspectiva de ganha/ganha?

Como essa atitude de abundância afeta sua saúde e seu bem-estar? Se você operou deste lugar, você se sentiria mais ou menos tensão ou stress? Seu sistema nervoso ativaria mais ou menos as suas reações brigar/brigar?

Quando você entra nesse lugar de abundância, você pensa mais ou menos expansivamente? Você pensa mais ou menos criativamente? A sua mente e as emoções que você experimenta são mais ou menos alegres, experimentais, atentas, excitadas? Ela traz à tona a criança alegre em você ou o pai crítico?

Que tipo de vibrações você emite para o mundo quando você acessa esse estado de abundância? Que tipo e qualidade de energia você experimenta?

Eu descobri, ao fazer esse tipo de perguntas para as pessoas, que todos experimentam o pensamento e o sentimento, a crença e o valor, representando e ampliando as idéias de abundância como ativadoras da saúde e da riqueza. Em todos eu descobri que ela permite as pessoas relaxarem, livrarem-se de hábitos defensivos e a entrarem em estados mais criativos e energéticos. Como um mapa do mundo, a abundância nos faz bem. Ela nos facilita ter acesso a outros recursos para criar uma atitude e orientação muito melhores.

Richard Bandler (Using Your Brain For a Change, 1985) fala sobre essa atitude:

"A essência de sermos produtivos é criar um mundo no qual todos ganham por que existem maneiras de se criar mais, ao invés de termos de brigar para dividir uma porção limitada." (pag.158)

Mais recentemente, Kathy Corsetty e Judith Pearson a descreveram no seu livro "Healthy Habits" (1999).

"Desenvolva uma mentalidade de abundância. Uma mentalidadde de abundância é uma crença otimista de que as nossas necessidades e desejos irão ser satisfeitos normalmente com gratificação e alegria. A mentalidade de abundância é a atitude de que existe bastante amor, riqueza e felicidade no mundo pois assim todos tem direito a uma parte igual, e de que os seus problemas não são piores do que os problemas de qualquer um outro." (pag117)

"A mágica para a realização dos seus objetivos é desenvolver uma estratégia que lhe permita ver além das necessidades diárias de sobrevivência." (pag.128)

Tornando-se uma Pessoa de Vendas "Abundante"

Se nós experimentamos as idéias exatas, os pensamentos e as subsequentes emoções da abundânica como tão cheias de recursos para a saúde, poder pessoasl, riqueza, etc., então como nós podemos facilitar as representações internas e fisiológicas da abundância? Num artigo anterior (Anchor Point, novembro 1998, 'Modelando a Abundância'), eu apresentei um padrão básico de abundância. Este padrão começa com as representações da abundância e depois vai para níveis mais elevados de contextos (crenças, valores e decisões) que suportam o pensamento em termos de abundância.

Eu também inclui neste padrão um Meta-estado de auto-estima pois assim quando nós nos movemos para a atitude exata de abundância, nós o fazemos fora do nosso próprio sentido pessoal de abundância, i.e., mérito, valor, amor, importância, etc. Aversão a si mesmo, deficiência e inadequação tornam quase impossivel operar, real e vigorosamente, a abundância.

Este padrão tambem inclui três preocupações que endereçam a vários contextos mais elevados que poderiam sabotar a atitude de abundância. Por exemplo, se não temos permissão no intímo para pensar em termos de abundância, então esta falta de permissão, ou alguma objeção contra ela, pode enfraquecer esta atitude. Assim também ao termos representações muito fortes de escassez. Isto pode pegar no caminho. Também, se não tivermos feito uma decisão consciente para a escolha da abundãncia, então podemos simplesmente nos desviar para o velho programa de escassez.

Jeffery Gitomer descreve essa abundância na linguagem blíbica ao "dar uma segunda chance" da mesma maneira como nós fornecemos o nosso serviço e a qualidade que introduzimos no nosso produto. Ele sugere que quando você põe a sua atitude para dar um grande serviço, você cria, por meio disso, todos os tipos de abundância. Você cria a abundância da boa vontade, da fidelidade do cliente, de pessoas contentes em fazer negócios com você, de experiências memoráveis que serão contadas de outra forma como marketing gratuito e publicidade para você, de negócios encaminhados, etc.

Deste modo, quando fazemos alguma coisa fora do habitual, nós criamos uma memória para a pessoa que procuramos servir e, por meio disto, estabelecemos um padrão. Assim, faça algo a mais. A amizade e voluntariado para ajudar outros, governam o nosso sucesso de todos os dias.

"Quando a competição aperta, os únicos negócios que irão sobreviver são aqueles que oferecem o melhor valor, um serviço amistoso memorável e que satisfaz as necessidades dos seus clientes." (pg.185)

"Ser melhor do que o resto é fazer o que fôr necessário para ressaltar tudo o que você faz." (pg.240)

"Dê o melhor serviço que eles jamais tiveram. Ter um grande serviço está no âmago do processo de fidelidade. Serviço começa com sim, fornece soluções e termina com UAUH!" (pg.253)

Conclusão

Se você permitir que a atitude da abundância dirija e guie cada passo que você tomar, comunicando o valor e a riqueza de qualquer produto e serviço que você venda, você terá adotado uma atitude que o fará rico. Isso também o tornará saudável e sensato. Com o passar do tempo, você irá descobrir que esta atitude lhe capacita a enriquecer a experiência da venda para si mesmo e para seus clientes. A partir do contexto desta abundância, você irá mudar de ter que fazer uma venda para ter que descobrir se existe uma adequação entre o seu produto e serviço e as necessidades do comprador. Com essa atitude, você se tornará um descobridor e facilitador dos processos do comprador. Você se tornará um operador para administrar os compradores para que eles saibam processar seus próprios cérebros para revelar sua solução, identificar valores e benefícios e tomar decisões otimizadas.

Referências

Gitomer, Jeffrey. (1998). Customer satisfaction is worthless: Customer loyalty is priceless. Austin, TX: Bard Press.

Hall, L. Michael. (1999). Engineering the Secrets of Selling ExcellenceTraining Manual. Grand Jct. CO: E.T. Publications.

L. Michael Hall, Ph.D., criador do Modelo de Metaestados, autor de numerosos livros de PNL e co-fundador da Neuro–Semantics.®

thumbnail Feedback Sanduiche
Apr 12th 2012, 22:21



Qual o objetivo do feedback?

O objetivo do feedback deve ser o de ajudar a outra pessoa a poder fazer alguma coisa de forma diferente no futuro, ou seja, melhorar habilidades e comportamentos.

Um bom hábito a ser adquirido é o feedback sanduíche.

1. Comece reconhecendo aquilo que está sendo feito certo ou dizendo algo positivo sobre o que você acha que a pessoa é (é inteligente, é esforçada, é rápida etc.) a nível de identidade.

2. Em seguida dê o feedback, que deverá ser sobre o comportamento (está, fez, falou etc.), nunca sobre a identidade, e baseado no sensorial (eu vi, ouvi, li, etc.), específico (ontem, hoje etc., em vez de sempre, as vezes).

É melhor focalizarmos o comportamento e não a pessoa. Tratar uma pessoa como se ela fosse seu comportamento só irá reforçá-lo. Em sua mente, separe o comportamento da identidade.

Lembre-se: "As pessoas têm comportamentos, não são seus comportamentos."

Evite usar mas, porém, contudo, etc. Em vez disso use "e".

Em vez de: "Eu gosto muito de você, mas........."

Use: " eu gosto muito de você e gostaria......"

3. Termine com outro reconhecimento sobre as habilidades ou capacidades, orientado ao futuro e em positivo (eu acredito que sendo .........como você é, será capaz, de no futuro, agir de forma a ........).

O sanduíche:
Algo positivo sobre a identidade (você é ...)
Comportamento a ser mudado (sensorialmente definido)
Algo positivo sobre a identidade (sendo tão ...)

Lembre-se, a função do feedback é ajudar o outro a fazer algo de forma diferente no futuro, melhorar habilidades e comportamentos.A crítica somente diz o que está errado ou desagradando, não ajuda a melhorar.

É também muito importante ter estratégias eficientes para lidar com críticas.

thumbnail Como ter ótimos relacionamentos
Apr 12th 2012, 22:20



Um dos segredos para uma vida feliz e bem sucedida é a capacidade de ter ótimos relacionamentos – em casa, no trabalho e na sua vida social.

As sugestões a seguir são baseadas nas habilidades e nas atitudes das pessoas "Bem Relacionadas" – pessoas que desenvolvem e mantém relacionamentos maravilhosos. Ao usar a PNL para modelar ou identificar as características dos "Bem Relacionados" nós descobrimos uma lista extensa. Apesar da perspectiva atraente, não existe uma fórmula de 'sucesso em 3 passos'. É um processo mais complexo, porém pode ser aprendido.

A seguir, está uma seleção principal bastante randômica. É um começo para você se preparar e entrar em operação.

Seja um bom ouvinte

E mostre um interesse sincero no que está acontecendo na vida da outra pessoa. Lembre-se de que temos uma boca e dois ouvidos – use isso como um lembrete de quanto deve se dedicar a falar versus quanto a ouvir.

Coloque-se no lugar da outra pessoa

Como um bom ouvinte, entre, momentaneamente, no mundo da outra pessoa (sem ser envolvido nos seus estados negativos). Estar no mundo de outra pessoa exige que você ouça com sinceridade. Em outras palavras, enquanto você estiver ouvindo, faça isso e somente isso – ouça. Isso pode exigir um pouco de prática, visto que a maioria das pessoas tende a ouvir parcialmente enquanto internamente se prepara ou ensaia o que vai dizer depois. Isso está de acordo com um Princípio muito importante da PNL - respeitar o Modelo de Mundo da outra pessoa.

Empatia ao invés de simpatia

Empatia significa entender e ter a percepção da dificuldade da pessoa, sem tentar se envolver, a não ser que seja solicitado. Demonstrar simpatia, sentir pena dela, é desrespeitoso e indica que você acredita que ela, por iniciativa própria, não tem os recursos para lidar com a sua própria dificuldade.

Procure os pontos positivos da outra pessoa

Existem muitos pontos positivos e você tem a escolha de prestar mais atenção neles ou nos defeitos dela. Quanto mais pontos positivos de uma pessoa você descobrir e se focar neles, mais o seu respeito por essa pessoa aumentará.

Mantenha contato

Mesmo que vocês tenham estado juntos a poucas horas atrás, talvez no café da manhã, que tal uma ligação rápida para perguntar como está o dia dela ou para dizer que você esteve pensando nela?

Ou uma mensagem de uma linha pelo email ou pelo celular? Mantenha contato também com aqueles que estão longe. Relacionamentos à distância podem durar por décadas, se alimentados. Uma carta ocasional, um cartão, um telefonema ou um email poderão alimentar e manter o relacionamento.

Qual é o ponto de vista dela?

Seja capaz de ver o mundo sob o ponto de vista dela. Essa é provavelmente a mais importante habilidade individual com relação ao relacionamento, as amizades e aos negócios. Se você estivesse no lugar dela, com os sentimentos dela, as crenças, os valores, a experiência dela, etc., como a situação seria vista por você? Quais seriam as suas necessidades, as suas expectativas ou as suas preocupações? Aqui você pode aplicar a técnica das Posições Perceptivas da PNL.

Respeite a opinião dela

Reconheça que ela enxerga as coisas de um modo diferente. Que todos nós temos uma visão diferente do mundo. Essa opinião ou modelo da realidade está baseada na nossa experiência de vida até hoje. Nenhuma visão do mundo está 'certa' ou 'errada' – é uma questão de opinião e, do mesmo modo que as suas opiniões mudam de tempos em tempos, também as dela mudam. Ao não se apressar para conhecer a visão de mundo dela, sempre em evolução, você realmente pode aprender coisas que irão enriquecer ou ampliar a sua própria visão.

Aceite os defeitos

Reconheça e tolere as fraquezas e os defeitos de uma pessoa. Afinal, as 'fraquezas' serão avaliações subjetivas baseadas na sua visão de mundo.

E lembre-se de que não existe pessoa perfeita – a maioria de nós está fazendo o melhor que pode a cada instante, trabalhando para diminuir a quantidade e a magnitude dos nossos defeitos – isso é um projeto para a vida toda.

Certo? Ou FELIZ?

Você já não percebeu, especialmente nas relações familiares, como é fácil entrar naquela de "você está errado, eu estou certo"? Já percebeu como isso é idiota – será que vocês só se darão conta disso quando estiverem se reconciliando de novo depois de terem se ferido mutuamente? Que tal decidirem juntos que não farão isso de novo! Decida com o seu parceiro/a ou amigo/a que é mais importante estar FELIZ do que CERTO. Decida que cada um irá manter um senso de perspectiva e concentrem seus esforços em evitar argumentos estúpidos sobre 'questões importantes' tais como porque a outra pessoa não colocou o leite de volta na geladeira na noite passada, esqueceu de comprar um dos itens da lista quando foi fazer as compras, etc. De que cada um dará permissão ao outro para ser humano e, de tempos em tempos, esquecer as 'regras da casa' e cometer erros sem ter que sofrer mais tarde.

Lembre-se de que a vida é finita

Se você descobrisse, de repente, que tem apenas três meses de vida, iria desperdiçar tanto tempo em discussões e de mau humor com os amigos e parentes? Quantos elogios adicionais e gestos de 'eu te amo' você faria? Quanto tempo a mais você passaria com as pessoas amadas? A razão pela qual nós, muitas vezes, procrastinamos essas coisas é que nós assumimos que a vida vai durar para sempre e que nós pretendemos, um dia, passar mais tempo com elas. Nós podemos – e pode ser muito tarde quando o fizermos. Eu encontrei muitos pais que perderam o crescimento de seus filhos porque estavam muito ocupados cuidando de suas carreiras, do trabalho doméstico, etc. Então, quando eles arranjaram um tempo para passar com seus filhos, as crianças não estavam interessadas – elas tinham aprendido a passar sem sua atenção e estavam progredindo com suas vidas – sem o pai ou a mãe.

Pare de tentar mudar as pessoas

Isso é um defeito comum, especialmente nos relacionamentos duradouros. Lembre-se que você não escolheu a pessoa por causa do potencial dela de se tornar a pessoa que você queria. Vocês ficaram juntos porque se amavam e no primeiro ímpeto de amor você se focou somente nas coisas que gostava nela. Então, por que é que nós mudamos quando nós passamos a morar junto ou casamos, e começamos a não enumerar novos 'pontos positivos' nas nossas listas, nos tornando cada vez mais obcecados por listas, e relembrando à pessoa das coisas de que não gostamos nela? Teste em você mesmo – como se sente quando alguém lista e elogia os seus pontos positivos? Como você se sente em relação a uma pessoa quando ela lista e critica as suas falhas? Qual delas VOCÊ faz com aqueles mais chegados a você? Pare agora por um momento para refletir como isso deve fazê-los se sentir – sobre eles mesmos e sobre você.

Valorize as diferenças

Valorize as diferenças em como você e a outra pessoa pensam – e procure aprender com a outra pessoa. Isso é parecido com o item anterior.

Muitas vezes são as nossas diferenças que criam o estímulo e as oportunidades de aprendizado nas amizades e nos relacionamentos. Quando nos encontramos pela primeira vez, normalmente são as semelhanças entre nós que nos permitem reter e criar o rapport. Conforme vamos conhecendo melhor a outra pessoa, começamos a reconhecer as diferenças mais íntimas. Potencialmente isso produz o vigor do relacionamento – como afirmou Ken Blanchard "nenhum de nós é tão esperto como todos nós" – como uma equipe, as nossas forças e fraquezas combinadas tornam a associação muito mais forte que a soma das nossas forças individuais.

Não espere que a pessoa adivinhe!

Assuma a responsabilidade pelos resultados da sua comunicação. Boas intenções não são suficientes! Não é suficiente FALAR bem quando estiver se comunicando – as pessoas só podem reagir a como e ao que você comunica. Elas não podem ler a sua mente e saber o que você quis dizer! Você deve se comunicar com responsabilidade para obter uma reação da outra pessoa! E se a outra pessoa não reagiu como você esperava, você precisa mudar a maneira como se comunica com ela, do contrário isso será simplesmente uma comunicação ineficaz!

A comunicação interpessoal pode parecer um campo minado. Se você entrar apressado e cegamente, com a boa intenção de obter um resultado particular, você provavelmente irá pisar em algumas minas. Porém as minas não são culpadas. O que é importante é imaginar a maneira mais efetiva de se fazer compreender ou, nos relacionamentos humanos, fazer com que a pessoa com quem você está se comunicando compreenda a sua mensagem. Não somente a sua mensagem precisa estar ajustada para satisfazer o estilo de pensamento da outra pessoa, mas também tem que estar ajustada ao ânimo dela naquele momento particular.

Valorize o que você tem

Valorize o que você tem no relacionamento ou na amizade. Você não forma (eu espero) uma amizade ou um relacionamento duradouro baseado na condição de que, embora a pessoa tenha agora alguns defeitos, em breve você irá colocá-la nas condições que gostaria! Você aceita a pessoa como um 'pacote pronto'. No entanto, quando começamos a conhecer melhor a outra pessoa, muitos têm a tendência de querer mudar a outra pessoa em função do potencial que enxergamos nela – e aí instauramos uma campanha implacável para mudá-la! Isso, evidente, resulta em discussões, ressentimentos e sentimentos feridos. Mesmo se pudéssemos mudá-la, nós provavelmente iríamos perder o respeito por ela por ter nos permitido ter feito isso e por ela não ter tido a força pessoal de ser ela mesma!

Considere a visão de longo prazo!

Isso é importante especialmente nos momentos difíceis dos seus relacionamentos pessoais. Muitos de nós já tivemos a experiência de estar num relacionamento amoroso e, de repente, uma daquelas minas terrestres interpessoais explode, muitas vezes, a partir de um começo bastante insignificante, uma briga se desenvolve e aumenta gradativamente. Reconheça que isso acontece mesmo na melhor das relações e está na hora de se fazer silenciosamente a pergunta: CERTO ou FELIZ? Então pare, evite lançar insultos ou fazer comentários prejudiciais, concorde a respeito das trivialidades, e reconheça que a outra pessoa é humana como você e sujeita a surtos de irracionalidade, igual a você. (Bem, você é, não é? Ou você é uma daquelas pessoas deploráveis que acredita que está certa o tempo todo?)

Reconheça a habilidade dela

Esteja consciente de que todo mundo que você encontra é superior a você em alguma coisa e procure aprender com eles. Todos têm uma história para contar, uma habilidade para compartilhar, um insight para enriquecer o mundo. E você só irá aprender isso quando abrir espaço e não se apressar em fazer isso. E quando tiver refinado a sua capacidade de ouvir – realmente escute. Mas nós não podemos fazer isso quando estivermos nos criticando mutuamente, tentando mudar o outro, ou estivermos atolados nas trivialidades do dia a dia e perdido a visão geral e a visão de longo prazo.

Como os 'bem relacionados' lidam e pensam sobre eles mesmos

Está OK não ser perfeito.

Reconheça, e permita que os outros vejam as suas próprias fraquezas, suas vulnerabilidades e suas imperfeições – afinal é isso que nos torna 'humanos'. Você já percebeu que alguém a quem você é afeiçoado, o que o faz tão amável para você é a fraqueza dele. Sem essas imperfeições, ele seria "bom-demais-para-ser-verdade"! Então dê a você mesmo a liberdade de ser uma pessoa – e desista dessa busca para ser o perfeito Marido, Esposa, Pai, Mãe, Amigo – seja apenas uma Pessoa imperfeita e com alguns defeitos, com um senso de humor sobre as suas imperfeições.

Valorize seu próprio tempo, individualidade e necessidades.

Evite a Síndrome do Mártir. ("Depois de tudo que eu fiz para você/eles/etc., é essa a recompensa que eu ganho, etc.") Abra um espaço para você mesmo, seus interesses, o seu desenvolvimento pessoal e sua paz de espírito.

Isso não será fácil se você tiver uma família, um emprego e um monte de coisas para ajustar. A alternativa é colocar as suas necessidades de lado por ora – até iniciar uma família, até que as crianças comecem a escola, até que as crianças deixem a escola, até que as crianças tenham iniciado suas famílias, até que tenhamos arrumado as finanças, redecorado a casa, mudado de casa, aposentado... Oops, é tarde demais...

Enxergue a sua vida como um processo contínuo de aprendizado.

Se sempre existir algo para aprender, novas maneiras de fazer as coisas e refinamentos adicionais a serem feitos nas nossas opiniões, você estará menos propenso a ser autocrático e dogmático e evitará a tendência de impor as suas opiniões e a sua vontade sobre os outros. Você também irá manter uma atitude flexível e aberta para a vida e as pessoas. E será mais fácil conviver com você.

Evite se levar muito a sério.

E permita também que os outros tenham liberdade de não levá-lo muito a sério. Tenha um senso de humor saudável, direcionado frequentemente contra/a favor de você mesmo. Você sabe que não é perfeito, então, por que fica inquieto quando os outros reconhecem isso e realçam suas imperfeições com humor. Quando você tiver feito algo errado, aprenda com seus erros e depois considere o lado engraçado disso. Quando você se encontrar numa discussão acalorada sobre coisas importantes como qual programa de TV assistir, que comida mandar buscar essa noite, etc., veja o lado engraçado ao considerar tão seriamente essa trivialidade.

Mantenha a sua vitalidade.

Mais do que qualquer outra coisa, exceto por doença, a fadiga enfraquece suas boas intenções, a sua perspectiva e o seu senso de humor.

Colocando as coisas em prática (1)

Por onde começar? Na lista acima existem itens demais para tentar colocá-los todos em prática ao mesmo tempo. Ao tentar fazer isso, o resultado é que você não terá sucesso em nenhum deles.

Então escolha um ou dois itens que você ache mais relevante e use por uma ou duas semanas. (Eu não sei porque isso é assim, mas ao trabalhar com pessoas, eu descobri que é mais provável que dure, se uma mudança comportamental ou de atitude for colocada em prática por cerca de três semanas.)

Colocando as coisas em prática (2)

Que tal imprimir esse artigo e examiná-lo com a pessoa amada? Entre os dois decidam qual é agora o item mais relevante para o relacionamento de vocês e trabalhem nele, como uma equipe, por algumas semanas.

Reg Connolly

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